domingo, 28 de dezembro de 2014

2014 realizando sonhos

O ano de 2014 começou muito mal com a perda de meu maior ídolo, meu avô que considero junto de minha avó as duas melhores pessoas que já conheci na minha vida, foram e são inspirações para realização dos meus sonhos e todos que realizo eu dedico a eles dois por tudo que fizeram ao longo de suas vidas.

Nesse ano, tivemos a Copa do Mundo e assistir um jogo só já seria a realização de um sonho, agora assistir 6 jogos no Rio, incluindo a Final da Copa do Mundo foi algo que jamais pensei que fosse ocorrer por toda dificuldade de conseguir os ingressos e de tanto insistir e com muita sorte consegui os ingressos e realizei um dos grandes sonhos esportivos da minha vida e abaixo algumas fotos com esse registro.






Só quem assistiu ao vivo uma final de Copa do Mundo, o evento mais visto em todo planeta, sabe qual é a sensação e posso garantir que é uma emoção fantástica e vai ficar para sempre em minhas memórias.

Além da Copa do Mundo, fiz uma viagem muito bacana e conheci vários países na Europa, incluindo a atual campeã do Mundo e vamos as fotos, pois pretendo fazer um post para cada país e já comecei com a Áustria.

Bratislava - Eslováquia



Abaixo imagens de um dos países que mais gostei de conhecer, um povo extremamente simpático e me trataram maravilhosamente bem e recomendo a todos conhecer a Hungria que tem uma gastronomia espetacular e imagens lindas mas pretendo fazer um post específico para Budapeste.






Abaixo Praga na República Tcheca, uma cidade muito linda e cheia de história e eu como adoro história fui lá ver tudo de perto.






Munique e Fussen na Alemanha, um país realmente fora do comum e com uma rede de transportes impressionante e ainda tem uma liga de futebol considerado por muito a melhor do Mundo.








Desejo a todos um ótimo ano de 2015 e que possamos realizar todos os nossos sonhos. 

domingo, 21 de dezembro de 2014

Crises e oportunidades

Sempre vamos ter crises e o mercado financeiro brasileiro não é diferente, pelo contrário, vivemos crises institucionais, de empresas, de energia e da própria corrupção como o atual da Petrobras. 

Abaixo uma matéria interessante sobre um americano que soube aproveitar as oportunidades na crise do subprime americano e como podemos tentar usar esse mecanismo em nossos investimentos. 

O QUE DIFERENCIA UMsimples gestor de fundos de um gênio das finanças? Muitos conseguem enxergar longe e ver o que os outros ignoram - mas nem todos ficam bilionários com isso. Um financista genial vai além da antecipação dos fatos. Aposta pesado em suas crenças, mesmo que esteja nadando sozinho contra a corrente, e ganha dinheiro por várias gerações. Warren Buffett tornou-se o homem mais rico do mundo de forma conservadora, comprando ações baratas e acreditando no crescimento das empresas. George Soros fez fortuna com apostas ousadas contra países inteiros, como a Inglaterra em 1992 e a Malásia em 1997. Os dois são os maiores ícones do mercado financeiro do final do século XX. Pois o terceiro milênio mal começou e o novo gênio de Wall Street já apareceu: é John Paulson, um nova-iorquino do Queens. Aos 53 anos, ele fez história ao ganhar pessoalmente US$ 3,7 bilhões na crise do subprime.

Enquanto milhões de americanos perdiam suas casas, bancos iam à falência, empresas demitiam e o governo dos EUA procurava uma saída para a crise dos empréstimos imobiliários de alto risco (o chamado subprime), Paulson contabilizava os lucros astronômicos de seus fundos de hedge. Um deles, o Credit Fund, ganhou 590% em 2007. O outro, 353%. Suas apostas no pior cenário possível renderam US$ 15 bilhões e ele embolsou 25% desse lucro. Nem George Soros, que tinha faturado US$ 1 bilhão apostando contra a libra esterlina, tinha ido tão longe. Odiado por alguns ativistas americanos, que consideraram seus ganhos imorais, Paulson passou a ser admirado e amado por investidores do mundo todo e, no ano passado, sua empresa de fundos alcançou o patrimônio de US$ 36 bilhões sob gestão, um dos maiores do setor. Nada mal para quem deixou um emprego de banqueiro de investimentos no Bear Stearns, com US$ 2 milhões no bolso, e montou seu próprio fundo, 15 anos atrás. De junho de 1994 a setembro de 2008, US$ 100 investidos na carteira de Paulson viraram US$ 946, duas vezes e meia o desempenho do índice de hedge funds e quase três vezes a valorização do índice S&P 500.

Paulson não foi o único a prever a falência do mercado financeiro americano, catástrofe anunciada e trombeteada aos quatro cantos por gente como o economista Nouriel Roubini. Mas ele foi o que mais acreditou em suas profecias apocalípticas e tirou o maior proveito delas. Como? Ele anteviu os efeitos devastadores do subprime em 2005 e teve coragem e paciência para apostar continuamente na baixa das ações dos bancos mais ativos nesse mercado. Enquanto as multidões acreditavam nos lucros insustentáveis de nomes como Merrill Lynch, Citigroup e UBS, comprando suas ações para vender na alta, Paulson operava pesado na direção contrária. Vendia ações a descoberto, ou seja, alugava esses papéis e os revendia no mercado a vista, por preços elevados. Se estivesse certo, pagaria menos na hora de recomprá-los para devolver aos donos. Foi o que aconteceu, em escalas inimagináveis pelos mortais, no final do ano passado.

Antes do estouro da bolha, em outubro de 2008, ele focava suas estratégias nas instituições mais alavancadas nesse mercado de alto risco, como Lehman Brothers, Bear Stearns, Wachovia e Washington Mutual. Todos tombaram. A ação do Bear Stearns, por exemplo, despencou de US$ 80 para US$ 2. Além de vender a descoberto, Paulson também fez operações com derivativos de crédito. Em uma delas, sempre apostando nos calotes, investiu US$ 22 milhões em credit default swaps e recebeu de volta pouco mais de US$ 1 bilhão. De fala mansa, o gênio ganha dinheiro desde a infância. Incentivado pelo avô, o banqueiro Arthur Boklan, ele comprava doces no supermercado para revender aos colegas do Queens. Hoje, o bilionário prevê que dias piores virão. "Ainda teremos um longo caminho pela frente até atingirmos o fundo do poço", afirmou este mês à revista Portfolio, em rara entrevista. Alguém duvida?

fonte: http://www.terra.com.br/istoedinheiro-temp/edicoes/593/imprime125933.htm

sábado, 6 de dezembro de 2014

Tributação do Dividendo - PL 7274 de 2014

Amigos investidores, acredito que devemos ficar atentos a esse PL 7274 de 2014 e que dispõe sobre a incidência de imposto de renda sobre juros pagos e creditados individualmente a titular, sócios ou acionistas a título de capital próprio, sobre a distribuição de lucros e dividendos pagos e creditados pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado.

A última movimentação desse PL ocorreu no último dia 11 de novembro de 2014 e acredito que isso poderia afastar muitos investidores, principalmente os pequenos e ainda temos o aumento da taxa selic, ocorrida nesse semana para 11.75 % a.a.

Devemos informar todos os envolvidos e dos prejuízos para nossa economia e possível afastamento de investidores nacionais e internacionais com a aprovação desse projeto de lei.

Abaixo o projeto de lei e sua tramitação oficial;

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=608845